Quem sou? De onde venho? Para onde vou?
São perguntas que o homem se faz a partir do momento que começa a querer entender qual sua participação neste mundo. Por que o homem busca este entendimento? Os seres humanos já nascem com a necessidade de se orientar na vida. O homem é um ser que está acima da satisfação das suas necessidades básicas tais como: comer, beber, do contato fisico. Ele procura entender por que estar vivo, daí surgi perguntas como: como se dá a existência do mundo? Que forças governam este mundo? Existe um ser maior? Será que realmente existe um Deus? Pra onde vamos quando morremos?
Há séculos o homem enfrenta as questões existenciais. Tentado encontrar uma resposta definitiva, o homem procura se agarrar na maioria da vezes em uma religião. Poderíamos então, dizer que viver é escolher. E se afirmamos este pensamento, não estaríamos nós, nos fundamentando numa corrente religiosa do livre arbítrio? E se afirmamos que o que tudo que tem de acontecer já estava programado, não estaríamos afirmando uma outra teoria, a da predestinação, também não seria esta uma corrente de base religiosa?
Pelo visto, podemos perceber que cada um de nós temos um ponto de vista? Ou como disse o teólogo Leonardo Boff, em seu livro Águia e a galinha uma metáfora da condição humana, “o ponto de vista é a penas a vista de um ponto”. Portanto, até que ponto estamos consciente do nosso ponto de vista? Como chegamos a este ponto? Será o homem um ser religioso por natureza? Ou, apenas uma influência cultural? É possível viver sem uma religião? E a ciência e seus métodos explicariam a religião? Como saber que caminho seguir? Há somente um caminho?
Autor: Francisco Zava
Jesus e o caminho
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